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Blog Desinformados - Resenha e entrevista

Resenha "A fada negra" e entrevista com Crysmagalhães

E 2017 começa com novidade no desinformados.
Além das já tradicionais resenhas que sempre coloco por aqui, dessa vez fomos um pouco mais fundo e conversamos com a autora do livro.

Resenha de "A fada negra" escrito por Crysmagalhães e publicado por Chiado Editora

Capa: A Chiado mantém a tradição de fazer capas bonitas e chamativas. A fada negra entrega bem o que o livro representa, um mundo fantástico e colorido.


Sinopse: Yago, um garoto de 13 anos tem uma missão arriscada. Os habitantes de Éder, contam
lendas sobre fadas e criaturas mágicas, o que eles ainda não sabem, é que esta “Lenda” é real. Tudo não passaria de “lenda”, se Elvira não fosse má e rebelde a ponto de querer dizimar tudo que é belo. O Reino de Éder está por um fio, e somente o sucessor de Anselmo poderá salvá-lo. O maior desafio do garoto é saber sua origem, e posteriormente, descobrir alguns mistérios sobre os dons dos homens de sua família.

Esta aventura é o inicio da revelação sobre um mundo inimaginável...

Resenha: A fada negra é uma obra feita para o público juvenil e cumpre bem esse papel. A trama é simples, fácil de entender e tem uma dinâmica que facilita quem está se iniciando no hábito da leitura.

Para contadores de histórias: Existem várias passagens que facilitam a tarefa dos contadores de histórias. É portanto um livro bom para quem gosta de ler para uma criança.
A diagramação também ajuda bastante nessa tarefa, com grandes espaçamentos e leitura fácil.

Jornada do herói? Yago recebe uma missão meio de surpresa, a rejeita em certo ponto, tem um mentor... São traços característicos de uma jornada do herói, mas os coadjuvantes também tem participação importante na história, tanto para o bem quanto para o mal.

Personagens bidimensionais: Não espere por personagens super desenvolvidos ou cheios de complexos psicológicos a serem trabalhados. Mocinhos e bandidos parecem muito bem definidos até que... Peraí...

Mistérios...  Do meio para o fim do livro, a autora começa a revelar alguns fatos que mostram alguns probleminhas com nossos personagens. Claro que ainda são bidimensionais, mas dá um tempero interessante à trama.

Sem se esquecer da comicidade: Em um livro destinado ao público mais jovem é importante que existam dois itens: Aventura e comédia. E a fada negra tem os dois como vai gostar o seu público-alvo. Destaque para Dymi, o duende trapalhão que tem papel muito importante na história juntamente com uma montaria nada tradicional.

Um bom livro: A obra de estreia de Crysmagalhães é competente naquilo que se propõe e não vai decepcionar os fãs do gênero. Ganhou 3,5 estrelas no Skoob.


Gostaram da resenha?
Então que tal continuar por aqui e conhecer um pouquinho mais sobre a autora dessa obra?
Com vocês: Crysmagalhaes


1-  Fale um pouco sobre você:
R- Me chamo Cristiane, sou mineira nascida em Lambari, no Sul de Minas Gerais, em setembro de 1981. Moro atualmente em Portugal .

2 – Como surgiu a ideia para escrever “A fada negra”? Você se inspirou em outras obras de fantasia?
R- A Fada Negra nasceu “acidentalmente”. Na minha infância, costumava escrever poemas e redações para expor na escola. Sempre adorei criar novas histórias. Certo dia, tive a feliz ideia de voltar a tentar fazer um texto para lembrar da sensação maravilhosa de escrever como na infância. O texto cresceu, cresceu... E virou um livro! 

3 – Durante a leitura ficamos curiosos com certas escolhas de nomes. Por que chamar o rei de Arthur como o já tão famoso personagem e por que o reino tem um nome próprio: Éder?
R- É impossível pronunciar o nome Arthur, sem me lembrar de um Rei. Foi assim, pensei em vários nomes, mas tinha que ser Arthur.  Agora... Éder eu decidi dar este nome ao reino quando pensei em um lugar que fosse lindo e paradisíaco. Éden?   Paraíso?  Éder, foi o nome que surgiu logo em minha mente.

4 – Quando pensamos em fadas, costumamos pensar em criaturas pequenas como a sininho. Por que decidiu fazê-las do nosso tamanho?
R- Fadas pequeninas são como os nomes Arthur. Sempre iguais. Resolvi criar fadas com a estatura de um ser humano normal, fugindo do tradicional conto de fadas. Fadas boas? Pequeninhas?  Fiz os opostos.
5- Durante a leitura, várias novas situações vão sendo criadas e percebemos que existe muito ainda a se explorar no reino de Éder. Você já escreveu o livro prevendo continuações?
R-Apesar de nada ter sido planejado, assim que a editora aprovou o projeto, A Fada Negra eu comecei a escrever o segundo livro, que irá desvendar algumas, ou... Todas as pontas soltas no enredo.

6- Deixe um recado para os seus fãs, além dos seus contatos nas redes sociais e onde eles podem comprar o seu livro.
R- Meus Fantásticos! É como eu chamo carinhosamente os meus leitores.  Agradeço todos que estão direta ou indiretamente envolvidos no meu projeto. Sem vocês, nada seria possível. Eu não teria dado nem o primeiro passo para a publicação do livro. A emoção que sinto, quando vocês me mandam mensagens, fotos do meu livro é muito gratificante! Amo D+! 

Redes Sociais:

Livrarias onde poderão comprar meu livro A Fada Negra

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